Artigo O Segredo do sucesso na indústria da construção civil.Como sair da crise!

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Alexander Baer

Palestrante Nacional com foco em Motivação | Professor MBA da Fundação Getulio Vargas| Personal Marketing Coach | Conferencista | CEO da Escola de Marketing Pessoal©

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#Gestão estratégica pode ser o grande diferencial para a empresa do ramo da construção civil, imobiliário e arquitetura que deseja obter mais sucesso em 2019, 2020 e 2029.

Para os empresários do ramo da construção civil, imobiliário, arquitetura e ligados ao segmento, no final ao início, e também no meio do ano, é a época de fazer um balanço dos resultados da empresa. Nem sempre os mesmos são satisfatórios. O motivo: falta de planejamento e muito foco em apagar incêndios empresariais.

De acordo com o palestrante e professor do MBA da Fundação Getulio vargas Alexander Baer, as instituições devem ter um rumo definido ano a ano. Porém, não são todos os empreendedores que entendem a importância de definir suas estratégias, objetivos e metas de negócio.

Hoje a competitividade, aumento da produtividade, redução de custos/desperdícios e busca pela excelência das obras e projetos, está cada vez maior. E é questão de sobrevivência hoje em dia, “tem empresa buscando porcelanato do outro lado do mundo muito mais barato e com muito maior qualidade”, o método tradicional/artesanal tem que ser mudado urgentemente, pois as empresas que ainda o adotam estão fadadas a terem cada vez mais prejuízos e até a quebrarem. “Sem saber que rumos dar à sua empresa, ela deixa o desenvolvimento e crescimento de seu negócio à mercê do destino.”, analisa.

O segredo do sucesso, segundo o professor Alexander Baer, é a gestão estratégica. O palestrante, e professor, explica que, quando for estabelecer os planos para sua instituição, o empresário precisa pensar a curto, médio e longo prazo. “Quando se planeja pensando em 2019, 2020 e 2029 (por exemplo), é possível contemplar o futuro e estar muito mais preparado para aproveitar as oportunidades (muitas no ramo da indústria da construção civil) e se defender das ameaças (muitas no ramo da indústria da construção civil) do mercado.”, destaca. Ou seja, está muito mais preparado e com muito mais foco!

Planejar estrategicamente não é uma missão impossível. Baer ensina que o empresário deve seguir três passos, independente do tamanho e do negócio da empresa.

1º passo é definir para onde a instituição deseja ir. “Esta ação descreve o direcionamento que o empresário/profissional deseja dar ao seu negócio. Para isso, ele deve definir, respeitar e seguir a visão, missão da empresa, seus valores e  códigos de ética.”, complementa, pois os valores de uma empresa dão suporte à missão ( o que ela faz hoje), rumo à visão ( o que ela quer ser) de futuro da empresa.

A segunda etapa é um diagnóstico da instituição. Segundo Alexander, é preciso analisar profundamente o ambiente externo (ambiente geral, cenários futuros, oportunidades e ameaças) à corporação. “Deste modo, se conhece melhor o mercado, suas oportunidades e suas ameaças.”, observa. Na visão do professor, a avaliação do ambiente interno também é de extrema importância, pois permite o aprimoramento dos pontos fortes/forças de uma empresa e a correção dos pontos fracos/fraquezas/limitações.

Aqui num português muito simples existe mais uma grande sacada, que é a visualização destes ambientes externos e do ambiente interno, que é: aproveitar as oportunidades, se defender das ameaças, potencializar seus pontos fortes e CORRIGIR suas fraquezas. Sim, pelo simples fato de identificar as fraquezas/pontos fracos da empresa no seu ambiente interno o que possibilita que a empresa possa definir um plano de ação para corrigir as mesmas. Pois se assim não fizer, e se predominar na empresa, quando vierem as oportunidades (externas) elas não poderão ser aproveitadas, pois a empresa do ramo da construção civil, imobiliário, arquitetura estará dodoizinha/debilitada e se vierem ameaças (externas) ela estará em crise, pois não está preparada para se defender, ou seja, morte à vista!

Depois de estabelecer os rumos da empresa e de diagnosticar sua atual situação, o empresário deve definir as ações para a expansão de mercado e diferenciação. Essa é a terceira fase do planejamento. “O empreendedor pode, por exemplo, desenvolver estratégias para vender mais para os mesmos clientes, conquistar novos mercados, oferecer novos produtos, serviços e buscar a diversificação.”, exemplifica Alexander. Para ele, também é necessário promover liderança em diferenciação, custos e foco, envolvendo toda a cadeia de valor da instituição para que todos os profissionais ajam em conjunto para a conquista dos objetivos planejados. Deste modo, segundo o professor, a empresa torna-se única para os clientes. Tenho visto que algumas construtoras já têm diferenciais no mercado, mas esquecem de divulgar isso para o mercado. Com resultados altamente positivos.

A construção civil é reconhecidamente grande geradora de impacto ambiental, quer seja pelo consumo de recursos naturais, pelas mudanças das paisagens e pela geração de desperdício. Hoje temos uma estratégia sugerida por Michael Porter que é a liderança de custos, onde, por exemplo, buscamos o desperdício base zero. Através de ferramentas de gestão da Qualidade, uma delas que está crescendo nos meios é o Lean Construction, ou construção Enxuta, termo que vem sendo usado, desde 1993, pelo International Group for Lean Construction, referindo-se à aplicação de táticas do sistema de Produção Enxuta no setor da construção civil. A produção enxuta pode ser entendida como um termo genérico para definir o Sistema Toyota de Produção, o qual se baseia no Total Quality Management e Just in Time. A construção enxuta tem três objetivos principais: a entrega do produto, a maximização do valor e a redução do desperdício. Assim, propõe uma melhor organização do processo, eliminando a mão de obra ociosa e otimizando os recursos disponíveis. “A construção enxuta pode reduzir, por exemplo, o tempo da obra em até 30%.”, afirma Alexander.

E hoje mais do que nunca é ter estratégias focadas nas pessoas (cliente interno), pois são as pessoas (funcionários/colaboradores) que fazem com que as estratégias aconteçam, e são estes mesmos funcionários que fazem com que as estratégias não aconteçam.

E esta última etapa é finalizada com o Plano de ação que envolve aspectos técnicos, administrativos e gerenciais, visando um equilíbrio entre a responsabilidade individual e o compromisso coletivo. Tal plano consiste num conjunto de objetivos e metas, estabelecidos em função da missão, para chegar à visão, definidos nestes objetivos e metas num espaço de tempo a curto, médio e longo prazo.

É importante salientar que planejamento estratégico é fundamental, tanto para empresas privadas, instituições públicas e profissionais.

Como saber se o objetivo é possível?

Na hora de fazer o planejamento anual da empresa, muitos empresários têm dúvidas quanto à viabilidade dos objetivos almejados.

Para o professor Alexander Baer, quando se tem o rumo certo e a análise do mercado, o empreendedor sabe o que pode fazer para alcançar o sucesso de seu negócio. “Ou seja, ter um claro plano de ação (objetivos e metas) onde ele saberá o que, quando, onde, por que, e quem é o responsável, além de como fazer e quanto irá custar.”, salienta.

Além de deixar a empresa melhor preparada para as adversidades do mercado, o planejamento estratégico é capaz de conquistar e fidelizar clientes. “Uma instituição com um bom plano de ação consegue aumentar e qualificar as vendas e seus clientes.”, afirma.




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